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Quarta-feira, 19 de Novembro de 2008

NOVO E ARROJADO PLANO ESTRATÉGICO DA COMURBEIRAS

 

A Comunidade Urbana das Beiras, vulgarmente apelidada de COMURBEIRAS,  delineou, muito recentemente, o seu plano estratégico  de desenvolvimento local e regional. Diga-se en passant, uma iniciativa ousada, mas certamente, digna de louvor e menção honrosa, a avaliar, quanto mais não seja, pelos 550 projectos previstos, aliás, já acertados em escala de operacionalização reduzida, com a intenção de virem a ser implementados a curto e médio prazo.

Os cálculos efectuados pelos estudiosos dos dossiers em jogo, equacionam a possibilidade de um investimento, para todos os efeitos, colossal, tendo em consideração os 990 milhões de euros necessários. A sensibilidade apurada dos autarcas, nomeadamente, por parte do Presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, aconselha todos os mais directos interessados na prossecução destes referidos projectos, a manter algumas cautelas em relação ao processo de candidatura aos montantes envolvidos e sugere, em termos de recomendação de fundo, uma potencial oportunidade de ouro : o Quadro de Referência Estratégico Nacional – QREN -, em vigor até ao ano de 2013.

            Os SurrealHumanity agradecem aos autarcas e a todos quantos se têm procurado mobilizar, no sentido de fazer crescer os sectores económico e cultural da nossa região. Acreditem que, se dependesse de nós, o investimento desejado seria levado a bom porto.

 

sinto-me: COM BEIRAS NO TELHADO ...
publicado por $urrealHumanity às 17:29
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Segunda-feira, 17 de Novembro de 2008

AUTOMÓVEIS DEFENDEM ÁRVORES, EM VILA DE REI

 

Como é do conhecimento público, aliás não é, infelizmente, caso único, Vila de Rei foi, no ano de 2003, uma das grandes vítimas dos incêndios de enormes proporções que, teimosamente, deflagraram, de forma assoladora, as suas imediações florestais e paisagísticas. As perdas, ainda hoje, permanecem inquantificáveis, em termos do impacto local que se tem feito sentir, desde esse data.

Contudo, lá diz o nosso povo, na sua douta popularidade, não há bela sem senão. Por isso, os Surreal, optaram por, neste dia, se juntarem em homenagem a todos aqueles que, de uma forma ou de outra, acreditam que os processos de requalificação paisagística e de reflorestação possam ver chegada a sua luz do dia. Muito rapidamente, lembremos a este propósito, uma das mais recentes iniciativas : muitos proprietários de veículos híbridos, da gama Toyota, decidiram juntar-se com o objectivo de dar sequência a uma ideia, do ponto de vista, ecológico e ambiental, digna de ser enaltecida – a ideia é plantar uma árvore por cada veículo vendido no nosso país, pelo que, se espera que possam vir a ser plantadas, qualquer coisa como, vinte mil árvores, até ao final do presente ano.

sinto-me: UMA MÁQUINA BEM AMBIENTADA !
publicado por $urrealHumanity às 17:32
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Terça-feira, 11 de Novembro de 2008

VANESSA FERNANDES NO FUNDÃO EM GESTO DE SOLIDARIEDADE

 

 

A CAMPEÃ MUNDIAL DE TRIATLO FEMENINO, VANESSA FERNANDES, VEM, AO FUNDÃO, EM BONITO GESTO DE SOLIDARIEDADE PARA COM OS JOVENS

DO ABRIGO DE SÃO JOSÉ

 

 

Hoje, pela manhã, vista o seu melhor equipamento desportivo e venha juntar-se à enorme moldura humana, que se aguarda, num acto de solidariedade, muito simples e nobre, com o intuito de ajudar o Abrigo de São José, na prestação continuada dos seus ternos gestos de Humanidade. 

Temos de o dizer, com toda a naturalidade e apreço : uma primorosa e acolhedora instituição social, que alberga jovens de famílias carenciadas e, que merece, incontestavelmente, todo o nosso apoio e colaboração.

Bendita a hora, em que os Caminheiros da Gradunha, acharam por bem arregaçar as suas mangas, em prole destas crianças desprotegidas, que, de outro modo,  sucumbiriam ao frio e à sub-nutrição.

 

É de enaltecer a presença da campeã mundial de Triatlo, a nossa querida, Vanessa Fernandes, que não teve o menor respingo de hesitação - sabendo nós, da sua agenda inundada por múltiplas tarefas -  em garantir, desde logo, a sua presença nesta caminhada fraterna, tendo, de imediato, acedido, com notório sentimento de compaixão, ao convite lançado pelos Caminheiros.

 

Queremos acreditar, que a sua presença, não nos deixará indiferentes.

Ah, não se olvidem, caminhar será ajudar uma criança a erguer-se para a vida . . .

sinto-me: A PODER FAZE ANDAR OS OUTROS !
publicado por $urrealHumanity às 00:45
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Domingo, 27 de Abril de 2008

INTERNET PARA CAPTAR TURISTAS VIRTUAIS PARA A REGIÃO RAIANA DO NOSSO INTERIOR, DE FORMA BEM REAL

 

 

 

A Associação Comercial da Guarda (ACG) pretende atrair turistas para a região através da Internet, tendo já apresentado uma candidatura ao Programa Comunitário Interreg, numa parceria com duas entidades espanholas.

 

 

 

 


O emblemático projecto, elaborado numa parceria com a Fundação do Parque Científico da Universidade de Salamanca e Associação Comercial de Ciudad Rodrigo (Espanha), consiste em criar um "mundo digital" onde estejam presentes o património, a gastronomia, a Cultura e a Educação das Regiões, de ambos os lados da fronteira.
 
 
 

 


 
O resultado da candidatura, no valor de 2,5 milhões de euros, será revelado dentro de dois meses e, caso seja aprovada, vigorará até 2010, ao que é dado a prever.

O objectivo primordial é fazer a promoção do Turismo Cultural e da Natureza do Distrito da Guarda e da Província de Salamanca, num sítio na Rede, dando conta que o "mundo digital" perspectivado tem características muito idênticas ao second life. Na verdade, trata-se de criar um mundo interactivo, no qual os visitantes possam adquirir um conhecimento mais aprofundado da Cultura e da Natureza, das regiões abrangidas.

 

 

 

 



No caso do Distrito da Guarda, as Aldeias Históricas, o Parque Arqueológico do Vale do Côa, as Rotas dos Castelos, a Serra da Estrela e o Centro Histórico da Guarda, serão conteúdos obrigatórios que não poderão deixar de figurar no sítio, caso a candidatura venha a ser aprovada, como se espera.Todos estes espaços do distrito poderão ser visitados em 3D, no mundo digital". 

Com este projecto, os impulsionadores da ideia  tencionam promover os agentes locais que trabalham no sector do turismo, da hotelaria e da gastronomia. Efectivamente, trata-se de uma montra de oportunidades, porque o objectivo é sensibilizar os utilizadores da Rede para que,
após uma visita virtual, possam fazer uma visita real ao Distrito da Guarda.

 

Após a aprovação da candidatura, segundo o dirigente, será necessário "fazer um trabalho duro" de levantamento fotográfico, vídeo e de conteúdos do distrito.


Segundo o Presidente da Associação Comercial da Guarda, a candidatura tem todas as possibilidades para ser aprovada, tendo em conta que "os fluxos turísticos são cada vez mais influenciados pelos conteúdos disponibilizados na Internet" e a região tem grandes potencialidades neste sector.

Os principais responsáveis deram fortes garantias de, este ano, a instituição vir a apostar na formação dos seus associados e na apresentação de candidaturas ao Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), relacionadas com a certificação dos enchidos da Guarda e com a criação de um Museu do Comércio.

 

 

 

 

 cf. Revista Digital Kaminhos Magazine, de 24 de Abril de 2008


 

 

sinto-me: INTERNET , INTERREG, INTER, IN
publicado por $urrealHumanity às 11:16
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Sábado, 26 de Abril de 2008

MUNICÍPIOS DA SERRA DA ESTRELA DESENVOLVEM ESTUDO ESTRATÉGICO DE CONCERTAÇÃO NO SECTOR DO TURISMO

 

 

 
 
 
 
 
 
Seis municípios da Serra da Estrela estão a elaborar um estudo estratégico de desenvolvimento da região, com uma forte aposta no turismo, dirigido pelo economista Daniel Bessa.

Celorico da Beira, Covilhã, Gouveia, Guarda, Manteigas e Seia são os seis municípios que constituem o Parque Natural da Serra da Estrela (PNSE).
 
 
 
 
 
No caso do PNSE, os municípios pertencem a três NUTs: Beira Interior Norte, Serra da Estrela e Cova da Beira.
 
 
 

 

 

 
 
 
 

 
 

 


 
O objectivo é transformar a realidade da Serra da Estrela em vários atractivos, sobretudo turísticos, para além de um ou outro produto específico, como a neve.

O estudo não pretende substituir entidades já existentes, como o Pólo Turístico da Serra da Estrela (ex-Região de Turismo), mas antes complementá-las.

Os autarcas e Daniel Bessa encontraram-se na passada quinta-feira, 24 de Abril, pelos finais da tarde, na Câmara da Covilhã, numa reunião à porta fechada.

Entre outros pontos, esteve em discussão a possibilidade de candidatar projectos do estudo estratégico ao Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN).

 

 

 

 

 
 

A grande possibilidade do momento que se vive, aliàs reiteradamente defendida pelos autarcas, passa pela aceitação, por parte do governo, de que os seis municípios formem uma realidade bem definida, com a sua própria identidade, em detrimento das unidades de fins estatísticos.

A existência de um estudo conjunto foi revelada, no início do ano, pelos autarcas sociais-democratas da Covilhã, Carlos Pinto, e de Gouveia, Álvaro Amaro, ao defenderem a construção de túneis a atravessar a Serra da Estrela.
 
 

 
 
 
 

 

   

 

    APONTAMENTO NOTICIOSO RELEVANTE !

 

 

 

 

 

 

A Beira Serra – Associação de Desenvolvimento Local está a organizar, em parceria com o Centro de Estudos Sociais da Universidade da Beira Interior, um seminário sobre Coesão e Desenvolvimento Rural no período 2007-2013, dia 29 de Abril, pelas 14h15, no anfiteatro 7.21 da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da UBI (Pólo Ernesto Cruz).
 
 

 

 
cf.   Revista Digital Kaminhos Magazine, de 24 de Abril de 2008

 


 
sinto-me: UM TURISTA DO INTERIOR
publicado por $urrealHumanity às 15:45
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Domingo, 13 de Abril de 2008

PORTUGAL RURAL : MITO OU REALIDADE ? SURREAL OU REAL ?

 

 

"PORTUGAL : UM TERRITÓRIO

QUE URGE DESTRANCAR"

 

 

 

 

 

 

Na senda da defesa dos legítimos interesses do Interior português, particularmente da Beira Interior, os SurrealHumanity, como é do conhecimento de todos os participantes, têm procurado, dentro do seu infinitesimal raio de influência cívica, retomar uma velha questão nacional repetidamente retomada, como é a da harmonia na ocupação das diferentes áreas territoriais.

 

O nosso Movimento Interior Amanhã, gritantemente sussurrado pelas quatro cantos do CCC, ao que nos é dado a parecer, não tem merecido a atenção que gostaríamos, dada a enorme actualidade e pertinência desta temática - que nos é tão cara.

 

 

 

 

Felizmente que, nos últimos dias da semana, nos deparámos, naquele que costuma ser o nosso circuito rotineiro em busca de informação actualizada, com uma notícia de primeira página, precisamente alusiva ao nosso apelo, num dos periódicos mais credíveis para a opinião pública portuguesa, a Edição Portuguesa do Le Monde Diplomatique , de Abril de 2008.

 

Um dos artigos do dossier apresentado, sob o nome sonante de "Portugal rural : mito ou realidade ?", a cargo do sociólogo Renato Miguel do Carmo, despertou, desde logo, a nossa saltitante curiosidade. Pelo que, três de nós, de súbito, se viram envolvidos em mais uma das nossas habituais tertúlias, a cada dia que passa, mais saborosas e elevadas - dizemos nós ...

 

 

 

 

 

Pois bem, depois da leitura atenta e do caloroso debate entre todos, entendemos como oportuno trazer, ao post de hoje, as principais conclusões que extraímos, óbvia e naturalmente, reorientadas para os meandros, já demarcados, da nossa trajectória de grupo.

 

Passemos, por conseguinte, à sua pronta divulgação ...

 

 

 

ASPECTOS ESSENCIAIS RETIDOS PELOS SURREAL

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nos alvores periclitantes do capitalismo industrial, o redimensionamento das cidades foi a melhor, e talvez a única, solução encontrada para acolher as gentes oriundas dos campos,  "expelidas" à força pela mecanização agrícola emergente e pretensamente messiânica.  A verdade que todos bem conhecemos, vale a pena recordá-la aqui, é que este tipo de êxodo rural, tirado a fórceps pela dialéctica da história e tão superiormente posto a nu pelo nosso saudoso Cesário Verde, nalguns casos, veio a gerar cenários envoltos numa instabilidade de tal modo intensa, que, ainda hoje, se vão fazendo sentir nalgumas paragens nossas conhecidas. Esta explosão exponencial das cidades, transversal quanto aos seus principais traços, não esqueceu as terras de Portugal, pese embora, alguma da sua tradição o tenha pretendido, em tons meio claustrofóbicos - é certo.

 

 

 

 

 

Se olharmos, mais de perto, para estas últimas décadas, em concreto para o período, tradicionalmente, consignado como pós-25 de Abril, notaremos, desde logo, uma assinalável urbanização da faixa litoral. Trata-se, como é evidente, de um facto indesmentível.

 

 

 

Como bem o sublinha o articulista Renato do Carmo, "entre Braga e a península de Setúbal (mais a faixa litoral algarvia), constitui-se um imenso continuum urbano, no qual se destaca o volume e a área ocupada pelas duas zonas metropolitanas do Porto e de Lisboa."

 

 

 

Todavia, e talvez seja a deambulação mais caricata a assinalar, a crescente expansão destas áreas territoriais urbanas não teve só que ver com o dito êxodo das populações do Interior rural ou com alguns movimentos migratórios específicos, pelo contrário e por mais paradoxal que pareça, o esvaziamento progressivo dos centros históricos assumiu-se como um dos principais mecanismos impulsionadores desta tendência - veja-se o caso da Baixa Lisboeta, por exemplo, e não desculpabilizemos a presente situação alegando um aterrador incêndio do Chiado, "for God sake ".

 

 

 

As consequências de tudo isto, sabemo-lo bem, têm-se mostrado pesarosas para a quase totalidade das pequenas e médias cidades do nosso Interior. Efectivamente , algumas excepções à regra, designadamente algumas capitais de distrito, têm sido capazes de apresentar níveis de crescimento significativo, isto apesar de uma duvidosa sustentabilidade. Não tenhamos ilusões de que, mesmo essas, travestidas de perenes baluartes patrimoniais, se alicerçaram numa terciarização da economia : ora graças ao comércio e ao turismo potenciados localmente, ora por implantação de certos serviços públicos - designadamente, estabelecimentos de ensino, hospitais, instituições de ensino superior, entre outros. A este particular nível, os resultados ainda estão por demonstrar.

 

 

 

Renato M. do Carmo é sintomático e peremptório, na afirmação que faz, a dado momento : "o nosso território trancou-se sobre si próprio : o interior que teima em desertificar-se, independentemente da dinâmica de algumas cidade médias; os subúrbios a litoral que continuam a densificar-se de pessoas e de construção ; os centros de maiores cidades que não conseguem cessar a sangria populacional." A avaliar pelo pendor assumidamente crítico destas palavras, por nós citadas, o referido sociólogo dá-nos a entender que o fosso existente pode estar a ser gerado por "portas travessas" - ou, se assim o preferirem, por via exógena.

 

 

 

 

 

 

Daí, na esteira da sua lucidez de matizes racionalizados, tecer fortes críticas aos sucessivos desenvolvimentos programáticos dos detentores da tutela, considerando que tem havido "(...) uma aplicação de um conjunto de medidas estruturais, que não tem em conta a especificidade local e regional, representando, por isso, um travão determinante ao desenvolvimento e à revitalização dessas mesmas zonas." Para corroborar as suas afirmações, concretiza, no quadro da agenda política dos últimos anos, com : o aumento dos escalões do IVA ; o encerramento de serviços e de estabelecimentos públicos ; e "a acção, excessivamente zeladora, da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica", com a qual as débeis economias informais e tradicionais, do tecido produtivo rural, pouco ou nada podem fazer para garantir a sobrevivência da sua actividade quotidiana.

 

 

 

 

 

Deixando, agora, de lado os aspectos menos positivos, Renato do Carmo elogia a nova perspectiva da política das cidades, que incentiva a dinâmica interurbana, com especial enfoque para as ditas cidades médias do Interior. De modo que seria óptimo pensar na viabilidade da implementação de sistemas regionais policêntricos, por forma a garantir um outro tipo relacionamento territorial entre as cidades e, também, entre estas e as áreas rurais limítrofes.

 

 

 

Queiramo-lo ou não, as políticas seguidas no Interior continuam a padecer de uma coerência estratégica nacional, minimamente convergente quanto aos seus propósitos e intenções.

 

 

 

 

 

Será  verdadeiramente  necessário retomar a questão da Regionalização, de novo, num país tão homógeneo quanto o nosso ?

 

 

 

 

O modelo espanhol das Comunidades Autónomas já deu provas do seu inegável valor. Valerá a pena, por isso, num outro contexto que não esse - dadas as abissais diferenças de fundo, entre as duas nações ibéricas -, repensar um novo modelo exequível de descentralização político-administrativa ?

 

 

 

 

Na opinião do sociólogo Renato M. do Carmo, "urge encetar o debate ", sobretudo, junto da chamada sociedade civil.

 

 

 

 

 

 

 

 

Já a nós, SurrealHumanity , não nos parece haver qualquer necessidade em ir tão longe. Importará, outrossim, que haja um novo entendimento à escala de todo o território nacional, com Madeira e Açores incluídos. Portugal parece-nos demasiado curto para colocar a questão desta forma. Sinceramente, sendo nós favoráveis à concessão de autonomais e a uma progressiva descentralização, estamos em crer que a presente problemática, apesar de concordarmos com a retoma do debate, não carecerá de tais acervos organizacionais, sob pena de mudar a forma, mas mantendo intacto o seu conteúdo !

 

 

 

 

 

 

 

Os SurrealHumanity regressam amanhã, desta vez, com uma outra refexão sobre novas pedagogias para o século XXI, num post que se intitulará "Aprender no século XXI !". Um abraço a todos ...

 

 

          Adaptado cf.  Le Monde Diplomatique , Edição Portuguesa, Nº18, II Série, Abril 2008, Dossier "Portugal rural : mito ou realidade ?", Artigo "Portugal : um território que urge destrancar", de Renato Miguel do Carmo, pp 2

 

sinto-me: INTERIORMENTE (HÓ)RURALIZADO !
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publicado por $urrealHumanity às 17:40
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Quarta-feira, 9 de Abril de 2008

ICÊS PARA LEVAR MESMO A SÉRIO ? OU MAIS UM FLIRT DE PROMESSAS ELEITORAIS PARA O INTERIOR ?

 

 

 

 

 

 

O actual Primeiro Ministro José Sócrates dirigiu-se a Mortágua, afim de anunciar o concurso público, para a concessão das auto-estradas do Centro, que visa facilitar a acessibilidade entre os distritos de Aveiro, Coimbra e Viseu.

 

 

 

 

 

 

 

Para este projecto poder ser viabilizado, é requerido um volume de investimento que ronde os 740 milhões de euros.

 

 

 

 

 

 

 

O Presidente  da ANMP,  Fernando Ruas, minado pela "partidarite", ficou irritado devido ao facto de este projecto não ter sido incrementado na cidade viseense ; isto apesar de constar da plataforma de desenvolvimento que a região Centro está a desenhar, - mas claro - ao sabor da brisa marítima, em que o  Interior continua a ser encarado de uma forma pouco prestigiante - tal qual se tratasse de um segundo Portugal, o país surreal dos pobrezinhos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Há ainda a salientar que, por mais que auto-estradas que se construam na nossa área territorial, tal não implica, por si só, que elas sejam capazes de dar conta do recado, uma vez que estas regiões estiveram bloqueadas por um isolamento, durante um longo período de tempo. A verdade indesmentível dos factos é  que se transformou na nossa marca de despovoamento,  factor determinante para a viabilidade susutentada de um progresso efectivo.

 

 

 

 

 

 

 

Para grande pena nossa, Portugal não deixa de mudar os seus hábitos, isto é, nós os Portugueses temos uma maneira de trabalhar muito característica, uma vez que, se pudermos, vamos adiando os nossos projectos futuros. É o que acontece com a construção das auto-estradas, por exemplo.

 

 

Até à data, falta concluir o troço da IC8 e a sua respectiva ligação à A23, bem como a conclusão da IC31, que irá ligar Castelo Branco a Monfortinho.

 

Vamos por isso esperando ...

 

sinto-me: UM I CÊ TUDO !
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Domingo, 6 de Abril de 2008

CIDADE DO FUNDÃO EXPANDE O SEU GENIUS LOCI : CEREJA, NATUREZA EM FLOR E IBERISMO, TRINDADE E PÊRAS

 

 Encontro Ibérico reúne montanhistas na cidade…

 

 

No passado fim-de-semana, a cidade do Fundão transformou-se na “Capital Ibérica do Montanhismo” acolhendo cerca de cinco centenas de participantes portugueses e espanhóis.

Cerca de quinhentos montanhistas portugueses e espanhóis participaram, entre os dias 28 e 30 de Março, no Encontro Ibérico, promovido pela associação Gardunha Viva – Associação de Montanhismo do Fundão, cujo principal objectivo é promover o desenvolvimento de actividades ligadas ao montanhismo.

 

Esta iniciativa cumpriu, também, a missão de contribuir para dar maior reputação nacional e internacional, à Serra da Gardunha e à Região da Cova da Beira, nomeadamente à cidade do Fundão.

 

O Encontro Ibérico decorreu graças à integração do evento no Calendário Nacional da Federação Portuguesa de Montanhismo e Escalada, prevendo a inclusão de um passeio pedestre, que ligará diversas zonas, como é o caso da cidade do Fundão à vila da Soalheira - de que os Surreal tanto falaram no decorrer do primeiro período.

 

  Vários participantes, de diversas regiões do país, dirigiram-se a esta zona demarcada, a fim de passar um fim-de-semana mais radical e ao ar livre. Apareceram participantes das mais diversas idades, bem como de ambos os sexos, partindo ao encontro da paisagem e do ambiente natural.

 

Este encontro é considerado um dos maiores a nível nacional, onde se aproveitou para sensibilizar as pessoas para uma maior consciencialização ambiental, através da afixação de cartazes, da distribuição de panfletos e de uma exposição fotográfica (sobre fauna e flora existentes).

 

O ÚTIL JUNTOU-SE À AGRADÁVEL ...

CEREJA, NATUREZA EM FLOR E IBERISMO : UMA TRINDADE FUNDANENSE E DO INTERIOR PORTUGUÊS E PÊRAS ...

 

O milagre da música nas cerejeiras em flor…

 

A flor da cerejeira “pinta” a Gardunha de branco, dando a imagem de um cartaz único da região.

A empresa municipal de Turismo, em conjunto com a Câmara e operadores locais, estão a tentar promover as cerejeiras em flor, que por norma, nesta altura do ano, caracterizam a paisagem da Gardunha.

 

Quem passeia por ali, ao subir a serra, dá-se conta da beleza destas árvores que se vestem de branco, num espectáculo de rara beleza, que começa a ser valorizado por um cartaz turístico de grandes potencialidades.

Entre 29 de Março e 30 de Abril, todos os olhares se devem centrar na Gardunha e num conjunto de actividades de cariz turístico, agendados por operadores e empresas locais.

 

Entre as actividades encontram-se agendados passeios pedestres e de jipe, momentos musicais nos pomares de cerejeiras, passeios de automóveis antigos, provas de doces, entre várias outras iniciativas de carácter desportivo, como é o caso do encontro de montanhismo, bem como uma prova de atletismo.

As empresas de animação turística, Serra Aventura e Grau 5, proporcionarão passeios organizados, pela encosta da serra.

 

Outras organizações que defendem a Serra da Gardunha procurarão, com toda a certeza, promover diversas iniciativas com o propósito de dar maior visibilidade a um espectáculo natural desta envergadura.

 

Os Caminheiros da Gardunha, todos os domingos de manhã, irão organizar percursos pedestres na serra. Um dos principais momentos deste esforço de promoção desta univocidade turística, ainda mal explorada, serão os momentos musicais, interpretados por membros da Academia de Música e Dança do Fundão.

Para integrar todo este conjunto de actividades num único cartaz e num programa turístico, a empresa municipal Fundão Turismo criou um conjunto de pacotes de visita, já disponíveis em alguns operadores turísticos.

Se gosta de natureza e da suave beleza das cerejeiras em flor, esteja atento ao calendário e às varias oportunidades que se avizinham…

 

Este é o conselho e a sugestão que os Surrela vos deixam, hoje ...

 

 

In Jornal do Fundão, Edição de 27 de Março de 2008,  pp 13.

sinto-me: NO FUNDO, BEM CONTENTE !
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Sábado, 5 de Abril de 2008

FUTURO DO MUNDO RURAL ESTÁ EM PERIGO, PELO MENOS É O QUE PENSAM MUITOS DOS AGRICULTORES PORTUGUESES

     

MINISTÉRIO QUER ACABAR

COM MOVIMENTO ASSOCIATIVO

 

 AI, MEU RICO INTERIOR ...

O Ministério quer que os agricultores colaborem nas suas candidaturas, mas o problema reside no facto de muitos não saberem ler, sendo assim, existem atrasos no pagamento de ajudas no novo quadro comunitário de apoio.

 

O Ministro Jaime Silva é acusado pela Associação Distrital de Agricultores, por querer “acabar com o movimento associativo”, retirando-lhe competências consideradas fundamentais para o funcionamento saudável de várias associações de lavouras, nomeadamente as que destinadas à elaboração de candidaturas dos associados ; sendo assim, foi evidente que se deixa de contar com os apoios para esse efeito.

Os agricultores, até aos dias de hoje, ainda se encontram deficitários, isto é, muitos deles, para além de serem analfabetos, ainda não têm reunidas as condições mínimas para poderem elaborar, convenientemente, as suas próprias candidaturas, o que vem dificultar a viabilidade sequencial do pedido endereçado pelo próprio Ministério.

 

O Presidente da Associação da Agricultura, Mesquita Milheiro, considera, afirma e questiona que “(...) é uma medida contra os agricultores, contra o meio rural(...)" incompreensível, porque até os técnicos que colaboravam as candidaturas tinham formação específica, durante 15 dias, para adquirirem esta competência específica.

 

Como é que os agricultores, por mais informados que sejam, terão capacidade para realizar esse trabalho?

 

Mesquita Milheiro encontra-se preocupado, pois teme que os associados passem a pagar entre quinze a cem euros, dependendo do tipo de candidatura.

Os mais afectados por esta medida são, sem dúvida, os pequenos e os médios agricultores, uma vez que os custos têm de ser  suportados por eles e pelas Associações intervenientes.

Os atrasos no pagamento de ajudas, no âmbito do novo quadro comunitário de apoio, está a dificultar e a impedir os agricultores de melhorar a sua actividade, isto porque, são necessário grandes investimentos no mercado da actividade agro-pecuária e florestal.

 

 

Aníbal Cabral, da Associação Distrital de Agricultores, afirma que “os agricultores não põem baixar os braços e assistir ao definhar da agricultura portuguesa”, isto a propósito das novas regras impostas pelo Ministério da Agricultura.

Novo alerta será dado por alturas  da próxima Assembleia Geral, já agendada para o dia 7 de Abril, nas instalações da Associação de Resgates, na Cidade do Fundão.

Os Agricultores sentem-se prejudicados e, por isso, as críticas  tendem a avolumar-se contra  as decisões tomadas pelo  Ministério da Agricultura.

 

Havendo  sublinhado que  “está em causa a sobrevivência do próprio mundo rural, porque, para muitos dos pequenos agricultores, a candidatura passa a ser incomportável, se tiver de ser paga.

 

E não havendo candidaturas deixará, também, de haver actividade agrícola, em muitas regiões do país onde predominam os pequenos agricultores".

 

  In  Jornal do Fundão, Edição de 27 de Março,  pp 7

 

sinto-me: SOBRE UM TERRENO MOVEDIÇO !
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Segunda-feira, 17 de Março de 2008

NÚMEROS OFICIAIS DIVULGADOS PELO NÚCLEO DISTRITAL DE C. BRANCO DA REDE EUROPEIA ANTI-POBREZA

*Distrito de Castelo Branco tem de 40 mil pessoas sem qualquer grau de ensino !!!


*Em Penamacor vive-se com uma pensão média mensal de 148 euros.

 

 

*O estudo do Núcleo Distrital de Castelo Branco da Rede Europeia Anti-Pobreza (REAPN), "Dinâmicas de Castelo Branco: Uma caracterização sócio-económica do distrito e das suas ONG’s", que foi publicado em livro e apresentado recentemente, no Governo Civil de Castelo Branco, entidade que apoiou a sua publicação, incide numa investigação aprofundada sobre as Organizações Não Governamentais (ONG) de Solidariedade Social do distrito de Castelo Branco, caracterizado como "um distrito com uma grande área geográfica, caracterizado por uma população envelhecida".

Por outro lado, refere que mais de metade das instituições de solidariedade social foram constituídas após a década de 70, uma década marcada pela "institucionalização" deste tipo de organizações, às quais o Estado reconheceu um papel importante.

Afectado pelo êxodo rural e emigração nos anos 60 e 70, a evolução demográfica do distrito de Castelo Branco "é desfavorável e expressa-se pela redução e envelhecimento populacional".

 

Os três principais concelhos urbanos (Castelo Branco, Fundão e Covilhã) somam cerca de 69% do total da população distrital.


Por seu turno, é de realçar a baixa proporção de jovens nos concelhos da Raia (Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Penamacor e Vila Velha de Ródão) e do Pinhal Sul (Oleiros, Proença-a-Nova, Sertã e Vila de Rei), o que "demonstra uma situação de não retorno da população jovem".

Em suma, o distrito de Castelo Branco tem registado uma "profunda desertificação humana", um facto que tem consequências na "quantidade de mão-de-obra disponível actualmente, como põe em causa a capacidade de renovar gerações".
 


*Refira-se, ainda, que o valor médio anual das pensões em Portugal é de 3.858 euros, sendo que este valor é mais baixo em todos os concelhos do distrito albicastrense, sendo a excepção o de Vila Velha de Ródão que apresenta um valor de 4.394 euros.

Para este tipo de pensão, o valor mais baixo regista-se em Penamacor (3.077 euros).

*Por seu turno, no que diz respeito à pensão de velhice, o valor médio nacional é de 4.380 euros. No entanto, o valor mais elevado encontrado no distrito de Castelo Branco regista-se em Vila Velha de Ródão com 3.919 euros, enquanto o mais baixo vai novamente para Penamacor, com 3.037 euros.

*Por último, no que diz respeito à pensão de sobrevivência, o valor médio anual nacional é de 2.203 euros, sendo este valor mais baixo em todos os concelhos do distrito, excepção feita, uma vez mais, para Vila Velha de Ródão que apresenta um valor de 2.278 euros e novamente Penamacor, com o mais baixo (1.778 euros)

*De acordo com o estudo, o valor médio do subsídio de desemprego nos homens em Portugal é de 3.991 euros. Contudo, esse valor é mais baixo em todos os concelhos do distrito. A excepção vai novamente para Vila Velha de Ródão, com 4.100 euros. No lado oposto está Idanha-a-Nova que regista o valor mais baixo (2.669 euros). Contudo, o subsídio nas mulheres é diferente do que nos homens, sendo mais baixo em todos os concelhos do distrito albicastrense.

 


Enquanto a média nacional se cifra em 4,3/mil habitantes, em Castelo Branco e Covilhã é de 7,8 e 7,1, respectivamente.

O mesmo se pode constatar em relação ao número de médicos por mil habitantes. A média nacional é de 3,3/mil habitantes e em Castelo Branco e Covilhã é de 3,3 e 2,1, respectivamente.


De acordo com o estudo, todos os concelhos do distrito possuem um Centro de Saúde, sendo que na Sertã essa unidade de saúde possui internamento (existem 11 Centros de Saúde com 136 extensões).

É igualmente nos concelhos de Castelo Branco e Covilhã que se verifica a existência de um número maior de pessoas ao serviço, sendo que Castelo Branco possui 40 médicos e 48 enfermeiros no Centro de Saúde e nas suas 18 extensões.

Por outro lado, sublinhe-se o baixo número de pessoal médico e de enfermagem em Vila Velha de Ródão (quatro médicos e seis enfermeiros).


*Em relação ao sector da EDUCAÇÃO, o distrito sofreu significativas alterações ao longo do tempo.

Possui estabelecimentos de ensino de todos os graus de ensino que satisfazem - segundo o estudo - quer em número, quer em condições, as necessidades da população. Porém, "muitas freguesias do distrito não dispõem de equipamentos escolares ao nível do pré-escolar e do 1º Ciclo, um condicionalismo provocado pelo reduzido número de crianças derivado do envelhecimento populacional".

 

 

São gastos no distrito de Castelo Branco 28.636 milhares de euros (15.666 milhares de euros com os homens e 12.970 milhares de euros com as mulheres).

 

 

No ano lectivo considerado (2007), matricularam-se no distrito albicastrense, 4.876 alunos no ensino Pré-Escolar, 8.121 no 1º Ciclo, 4.161 no 2º Ciclo, 6.557 no 3º Ciclo, 7.180 no Secundário e 9.810 no Superior, perfazendo um total de 41.613 alunos matriculados.

Quanto ao nível de escolaridade da população, existem 40.378 habitantes do distrito de Castelo Branco que "não têm nenhum grau de ensino". Trata-se de um dado considerado pelo estudo como "muito significativo", representando pessoas de idade mais avançada que nasceram no início do século XX, altura em que a escolaridade obrigatória não estava ainda implantada.

Mas, verifica-se também que a maioria da população possui habilitações literárias, sendo que destes 80.318 estão ao nível do 1º Ciclo, 23.393 do 2º Ciclo, 20.231 do 3º Ciclo, 25.782 ao nível do secundário e 17.961 ao nível do ensino médio e superior.

Por último, em relação ao emprego, a nível nacional existem 506.445 beneficiários do subsídio de desemprego e no distrito de Castelo Branco, esse número é de 9.434 beneficiários.

Os concelhos de Vila de Rei e Oleiros são os que apresentam, em termos absolutos, menos beneficiários 65 e 76, respectivamente.
Por seu turno, a Covilhã é o que mais beneficiários apresenta, com 3.569 (1.613 homens e 1.956 mulheres).

Em termos etários, o escalão 30-39 anos é o que regista maior número de beneficiários no distrito de Castelo Branco, com 2.129 indivíduos. O escalão de menos de 24 anos, apresenta 713 beneficiários, ou seja, é aquele que menos indivíduos apresenta no distrito.

 

 

 


*No sector da saúde, a região de Castelo Branco tem uma estrutura de estabelecimentos de saúde baseada nos Hospitais de Castelo Branco (Amato Lusitano), Covilhã (Cova da Beira) e Fundão. Baseia-se, ainda, nos centros de saúde (um por cada concelho, existindo um com internamento) e extensões dos centros de saúde (em freguesias e lugares).

 

Contudo, em relação aos indicadores gerais, verifica-se que o número de enfermeiros por mil habitantes é "inferior à média nacional, excepto nos concelhos de Castelo Branco e Covilhã".

 


*Em relação à protecção social, no concelho de Penamacor, o valor médio anual da pensão de sobrevivência é de 1.778 euros, isto é, 148 euros mensais.

Em Vila Velha de Ródão, o valor médio anual da mesma pensão é de 3.919 euros (366 euros/mês). Estes são os exemplos da pensão mais baixa e mais elevada registadas no distrito de Castelo Branco, onde a pensão de invalidez apresenta valores mais elevados do que a de sobrevivência.

 Cf. KAMINHOS MAGAZINE : In "Dinâmicas de Castelo Branco: Uma caracterização sócio-económica do distrito e das suas ONG’s"

 

 

 

Conheça melhor esta revista digital albicastrense em :

 http://www.kaminhos.com/default1.asp

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publicado por $urrealHumanity às 18:43
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